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quarta-feira, 3 de junho de 2015

Saiba como fazer um terrário


Terrário é um recipiente de vidro com pedras, carvão, terra e plantas. Ele permite observar o funcionamento do mundo natural: observando o terrário, podemos compreender melhor o ciclo da água e das plantas, e até entender como os animais nascem, vivem e morrem.
Quer ver como isso funciona? Faça você mesmo um terrário na sua casa:
Material:
1 vidro de boca larga, de conserva  ou garrafa pet cortada ao meio;
1 xícara de carvão  vegetal  (utilizado para evitar o apodrecimento das raízes, evita o mal cheiro e o  aparecimento de fungos etc);
1 xícara de pedrinhas para aquário;
3 a 4 xícaras de terra com adubo orgânico (pode ser comprada em supermercado ou floricultura);
2 ou 3 mudas de plantas diferentes (as pequenas são mais indicadas)
1 pedaço de elástico ou fita crepe
1 pedaço de plástico maior que o tamanho da boca do vidro
1 xícara de água filtrada
Como fazer:
1º passo:
1. Faça camadas dentro do vidro (ou da garrafa pet, cortada ao meio): primeiro as pedrinhas, depois o carvão e por último a terra.
2. Deixe cada camada bem nivelada.
3. Na última camada (terra), faça buracos e plante as mudas.
A camada de terra serve para alimentar a planta. As pedrinhas e o carvão servem para drenar a água.
2º Passo:
1. Molhe a terra, cubra o vidro com o plástico, passe o elástico em volta para ficar bem vedado.
2.Ponha o recipiente em lugar que receba luz indireta.
Fase de observação
Depois de fechar o vidro, o ciclo começa. A água penetra pela raiz e é liberada por meio das folhas, pela evaporação. Como o espaço não é suficiente para absorver todo o vapor que fica nas paredes e no teto do recipiente, quando a umidade chega ao ponto em que a terra já não consegue absorver a água (saturação), ocorre uma espécie de chuva que devolve a água ao solo.
O terrário se mantém sozinho, mas verifique toda semana se é necessário colocar um pouco de água. Deve-se ter o cuidado de não exagerar na água, para as raízes das plantas não apodrecerem. É possível colocar mais plantas ou substituí-las.
Por Turminha do MPF em portal EBC.  Via: Ciclo Vivo

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado


Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.

Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.

Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.

Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.

Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.

Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.

Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:

Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.

Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.

Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.

Imagem: SERPAR (Serviço de Parques de Lima, Peru)

Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.

As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.

A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.
Fonte: CicloVivo

sábado, 2 de maio de 2015

Aprenda a preparar o solo e montar um vaso para plantar


Para quem quer a cultivar uma plantinha e não sabe por onde começar, Estela Carvalho, integrante do coletivo Hortelões Urbanos, dá algumas dicas que podem ser aplicadas em sua casa. As instruções podem ser acompanhadas em dois vídeos, confira abaixo.  
Para preparar o solo são necessários apenas: areia, terra e composto orgânico. Cada um tem desses itens tem um papel fundamental no sucesso da sua planta. A areia, por exemplo, vai ajudar na drenagem da água da planta, sendo também importante para o desenvolvimento das raízes.
Basta misturar um pouco de areia, terra e composto. Tente colocar a mesma medida dos três. Enquanto a terra é responsável pela umidade necessária para a planta se desenvolver, o composto orgânico, por sua vez, possui todos os nutrientes para um crescimento forte e saudável. Confira no vídeo abaixo:

Para preparar o vaso serão utilizados: um recipiente com canaletas e furos na base, argila expandida ou pedra brita, manta bidim, muda e cobertura morta.
A manta bidim tem o papel de garantir que os nutrientes não sejam perdidos junto com a água – ela pode ser substituída por um pano velho que esteja em desuso. Já a cobertura morta pode ser: serragem de madeira, folhas secas ou aparas de grama seca.
O primeiro material a ser colocado no vaso é a argila (ou a brita), em seguida coloque a manta – tendo o cuidado de ajustar a borda ao tamanho do vaso. Agora, o vaso está preparado para receber uma camada do solo, já preparado anteriormente. Coloque então a muda (sem o plástico envolta da planta) e complete o vaso com o restante do solo. Deixe um espaço entre o solo e a borda. Regue a planta e por último coloque a cobertura seca, que vai proteger o solo. Veja abaixo: 
  
Fonte: CicloVivo

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Repelentes caseiros: contra picadas, a favor da natureza

A natureza oferece uma série de alternativas para que você proteja a sua saúde e pratique o consumo sustentável. Basta conhecê-las


Eles têm em média 10 milímetros. Mas esse pequeno tamanho não faz jus à proporção do incômodo que eles podem provocar. Sim, estamos falando dos pernilongos, velhos conhecidos das nossas noites veranis. Quem nunca acordou de madrugada amaldiçoando esses pequenos mosquitos por causa de uma incômoda picada que atire o primeiro repelente. Ou o primeiro inseticida.

É preciso entender que as condições climáticas características do verão brasileiro de fato favorecem a reprodução dos pernilongos. O calor acelera o processo reprodutivo deles, fazendo com que as fêmeas coloquem mais ovos e com que os ovos eclodam mais rapidamente. Além disso, as temperaturas que normalmente são constatadas pelos termômetros ao longo dessa estação são as ideais para o funcionamento do organismo dos pernilongos: de 26ºC a 28ºC. Quando se verifica temperaturas abaixo dos 18ºC, eles hibernam; acima de 42ºC, eles morrem.

No entanto, é preciso reconhecer que não basta colocar toda a culpa nas condições climáticas e nos hábitos dos mosquitos. A própria população e as autoridades têm uma relevante parcela de culpa nesses episódios de infestação dos mosquitos. Por exemplo: rios poluídos facilitam a proliferação dos pernilongos. Isso porque nesses rios há uma elevadíssima concentração de matéria orgânica necessária para seu desenvolvimento. Não atentar para focos de água parada e de vegetação altatambém são atitudes que contribuem para o crescimento exponencial da população de pernilongos.
O problema da proteção incorreta

A falta de conscientização acerca dos episódios de infestação de pernilongo que acompanham as ondas de calor acaba provocando dois problemas: a adoção de “soluções” que na teoria são muito eficazes, mas que na prática acabam provocando danos à saúde e ao meio ambiente; e a não adoção de atitudes que poderiam prevenir episódios como esses.

A combinação desses problemas resulta, por exemplo, no uso constante e na produção negligente de inseticidas domésticos tóxicos, que podem causar alergias, atrasar o desenvolvimento neurológico infantil, intoxicar os animais domésticos, entre outros problemas. Além disso, o uso em larga escala desse tipo de produto pode induzir mutações que fazem com que o mosquito se torne cada vez mais resistente, dificultando o seu controle.

Uma alternativa para não agredir o meio ambiente e contribuir para o controle dessa infestação que cresce ao longo do verão é cultivar plantas que funcionam como repelentes naturais. Entre elas podemos citar a lavanda, a hortelã, o manjericão e a citronela.

Outra alternativa diz respeito às loções repelentes que, durante esses períodos, têm sempre um lugar reservado nas listas de compras, junto com os inseticidas. A grande maioria das pessoas pode achar que o uso de loções repelentes é algo que irá proteger a sua família. Mas é preciso tomar cuidado, principalmente no que concerne às crianças.

O problema das loções repelentes pode ser resumido em quatro letras: DEET, ou dietiltoluamida. Esse é o principal componente da maioria dos repelentes disponíveis no mercado. O DEET atua nos sensores presentes nas antenas dos pernilongos e mosquitos em geral, e faz com que eles não reconheçam o gás carbônico que é liberado pelos seres humanos na respiração. Por essa razão, eles se mantêm afastados. No entanto, o DEET pode desencadear processos alérgicos respiratórios na pele, nas mucosas e até danos hepáticos em humanos. Até o momento, não há um consenso entre os especialistas sobre reais efeitos que essa substância pode provocar à saúde humana. Além disso, um estudo realizado por cientistas da Grã-Bretanha comprovou que o mosquito da dengue já desenvolveu uma resistência biológica ao DEET, devido ao uso em larga escala dos repelentes que o contêm em suas composições.

Mas, certamente, é melhor prevenir do que remediar. A própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), consciente da falta de consenso entre os especialistas, aprovou novos requisitos para a comercialização desses produtos. Em primeiro lugar, será preciso deixar claro nos rótulos quais os danos que o DEET pode provocar no consumidor. Em segundo lugar, será necessário evidenciar quais são as instruções de uso, salientando que o produto só deve ser aplicado três vezes ao dia, principalmente no caso de crianças de 2 a 12 anos. Por fim, as empresas estão proibidas de usar imagens de apelo infantil. Essa medida tem como objetivo prevenir acidentes, uma vez que tais imagens despertam o interesse das crianças, que podem tentar aplicar o produto por conta própria e até mesmo ingeri-lo.
Icaridina

Quando o exército francês esteve em missão na Guiana Francesa, na década de 90, a malária causava mais baixas em soldados que qualquer inimigo. O exército francês então encomendou para a Bayer a pesquisa e desenvolvimento de um repelente com maior poder bélico: daí surgiu a Icaridina. Eficaz também contra o mosquito da dengue, o repelente cria um escudo de quatro centímetros de espessura na área aplicada, e é emanada da pele por 10 horas seguidas (o DEET age por 20 minutos com alta eficácia). No Brasil, já existem repelentes com a substância à venda. Outra questão é que os compostos por DEET necessitam de 30% a 50% de concentração para garantir seu funcionamento. Já a Icaridina deve vir em concentração máxima de 20% a 25%, números recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Infelizmente, a maioria das versões comercializadas atualmente possui perfume, o que causa o efeito contrário de atrair os insetos, e não repeli-los. De qualquer forma, o recomendado é passar em abundância em todas as partes expostas a cada quatro horas ou quando entrar em contato com água. Evitando sempre, claro, atingir mucosas, olhos, boca e narinas. De qualquer maneira, os repelentes sem química nociva compostos de citronela possuem um efeito curto. Usar alho e vitamina B para repelir insetos é um grande mito, não sendo comprovado cientificamente.

Em todo caso e na ausência de um consenso, talvez uma alternativa para evitar o DEET e outros inseticidas seja tirar o bom e velho faça-você-mesmo do armário e adotar medidas práticas para se proteger do pernilongos. O Portal eCycle selecionou algumas dicas que podem te ajudar.
Mas porque praticar o faça-você-mesmo?

Produzir você mesmo aquilo que será consumido é uma atitude sustentável que, além de ser econômica e preservar a sua saúde contra substâncias duvidosas, preserva também o meio ambiente.

As loções repelentes e inseticidas podem vir embaladas em frascos plásticos ou em aerossóis. Quando elas acabam, as embalagens ficam. E ficam no meio ambiente.

Como se sabe, os plásticos geram um grande volume de lixo e sua degradação pode demorar mais de 100 anos. Já os aerossóis podem facilitar a aplicação dos repelentes, mas provocam um grave impacto ambiental. Isso se deve não só pelas pequenas quantidades de gás carbônico que eles emitem (devido à transformação do conteúdo gasoso em líquido), mas também pela dificuldade de reciclá-lo, pois esses materiais não podem ser tratados nem como lixo comum, nem como metal comum.
Repelente à base de cravo-da-índia

O cravo-da-índia contêm uma substância chamada eugenol, uma substância que possui propriedades inseticidas contra mosquitos e formigas. Confira essa receitafácil de fazer:

Ingredientes

• 500 ml de álcool de cereais;
• 10 g de cravo-da-índia;
• 100 ml de óleo de amêndoas dermatológico.

Modo de preparo

Junte o álcool e o cravo-da-índia em um pote opaco, escuro, com tampa. Deixe-o fechado e sem contato com a luz por quatro dias. Depois desse período, mexa bem a mistura duas vezes por dia, uma vez de manhã e outra à noite. Por fim, coe e acrescente o óleo corporal, agitando ligeiramente. Coloque o repelente num recipiente spray, que pode ser comprado em farmácias homeopáticas e lojas de artesanato, e aplique na pele. Esse repelente atua por até quatro horas. Ao aplicar, evite o contato com os olhos e com machucados na pele e aplique somente três vezes ao dia. E lembre-se: de acordo com a Anvisa, não é recomendado que crianças com menos de dois anos façam uso de repelentes.
Repelente à base de citronela

A citronela é uma potente aliada na proteção contra os pernilongos e outros insetos. O óleo essencial que é extraído dela e que é a base dessa receita possui 80 componentes repelentes, entre eles o citronelal, geraniol e o limoneno. Se você tiver um difusor de água, deixe-o em ambientes de até 16 m² e pingue três gotas de óleo essencial de citronela na água a cada cinco horas. Isso também ajudará a manter os pernilongos afastados. Uma outra opção é fazer velas caseiras de citronela e deixá-las acesas nos cômodos: além de ser uma alternativa ecologicamente correta, a sua casa estará protegida e com um aroma agradável, semelhante ao aroma do eucalipto.

Ingredientes

• 150 ml de óleo essencial de citronela;
• 300 ml de óleo de amêndoas dermatológico.

Modo de preparo

Reúna todos os ingredientes e misture bem. Por fim, lembre-se de armazenar a mistura em um recipiente escuro e evitar o contato dela com o sol. Você também pode usar outras quantidades, desde que sempre seja mantida a proporção de duas partes de óleo de amêndoas para uma parte de óleo de citronela. As recomendações de aplicação desse repelente são as mesmas do anterior.
Fonte: Ecycle

terça-feira, 31 de março de 2015

12 MANEIRAS DE USAR O BICARBONATO DE SÓDIO NA FAXINA

Bicarbonato-matéria (Foto: Thinkstock)

Não pense que o bicarbonato de sódio é essencial apenas na cozinha, com a fermentação de bolos. Ele também pode ser um grande aliado na limpeza da casa. Assim como o vinagre e a pasta de dente, o bicarbonato pode ser usado em vários momentos na faxina, para remover manchas e desentupir a pia, por exemplo. Mas, antes de passar no supermercado para comprá-lo, confira abaixo que ele é capaz de fazer:
1. Remover manchas de panelas
Sempre que a receita pede que você aumente o fogo, você já pensa que isso vai deixar as panelas manchadas? Acredite, o bicarbonato pode acabar com esse impasse. Basta colocar um pouco do pó em uma esponja úmida com detergente e esfregar na área queimada. O mesmo procedimento vale para limpar as peças de inox do fogão. Mas, se mesmo assim a mancha permanecer, misture o bicarbonato com água quente e cubra a panela, ou assadeira, e deixe agir por 10 minutos. Depois de esfriar, lave a peça com a mistura de detergente e bicarbonato.

2. Limpar paredes rabiscadas e rejuntes
As crianças fizeram “obras de arte” na parede do quarto com lápis de cor? Adicione o bicarbonato em uma esponja úmida de água e esfregue de maneira delicada. Para clarear os rejuntes, misture o pó em água oxigenada e limpe a sujeira com uma escova.

3. Desgrudar restos de comida
Se você tem preguiça de assar uma lasanha bem recheada com bastante molho e queijo pela dificuldade de lavar a assadeira depois, o bicarbonato resolve esse problema para você. Antes de lavá-la, adicione a mistura de água quente e bicarbonato no interior da travessa. Deixe descansar por alguns minutos. Quando esfriar, lave normalmente com detergente.

4. Acabar com o chulé
Difícil aguentar o cheiro de chulé dos meninos depois que eles chegam do futebol? Durante a noite, espalhe o bicarbonato no interior dos sapatos e deixe-os descansar. Na manhã seguinte, retire o que sobrou do pó e limpe os sapatos com um pano seco.

5. Desentupir a pia
O produto acaba com o excesso de gordura e restos de comida que entopem a pia da cozinha. Para isso, jogue diretamente no ralo uma mistura de 200 ml de vinagre, água e bicarbonato de sódio. Vale fazer as aplicações frequentemente.


Para acabar com aquele cheirinho de suor das roupas, faça uma mistura de bicarbonato e pouca água – até formar uma pasta -  e espalhe pela peça, principalmente nas áreas das axilas. Espere alguns minutos e lave normalmente em seguida. Antes de fazer a aplicação em roupas coloridas, faça um teste no verso da roupa para ter certeza que o tecido não mancha.

7. Eliminar o mau cheiro da geladeira
Coloque meia xícara de chá de bicarbonato em um pote aberto e guarde-o dentro da geladeira. Só cuidado para não derrubar o conteúdo quando for pegar algo e renove o pó a cada três meses. O mesmo procedimento pode ser feito em armários e guarda-roupas.

8. Limpar colchões e paredes
Os ácaros estão em toda a parte, incluindo colchão, travesseiros, sofás e tapetes. Para limpá-los, espalhe o bicarbonato pela superfície da peça e deixe agir por 10 minutos. Em seguida, retire o excesso com um aspirador de pó ou escova.  

9. Eliminar manchas de café dos utensílios
Depois do almoço, nada melhor que um cafezinho, certo? Mas retirar as manchas de café do bule, ou do filtro da cafeteira, não é tarefa fácil. Para isso, encha o recipiente com água e 3 colheres de sopa de bicarbonato de sódio, fervendo por 10 minutos. Depois de esfriar, lave normalmente.

10. Dar brilho nas torneiras
Para conseguir torneiras, chuveiros e sifão brilhantes, aplique o bicarbonato em pano úmido e esfregue nos metais. Finalize a limpeza com um pano seco.

11. Tirar manchas do carpete
Resolveu almoçar na sala e acabou derrubando um pouco de óleo no sofá? Ou não sabe como remover aquela mancha de gordura do carpete? Faça uma mistura de bicarbonato de sódio com álcool e, com uma escova, esfregue a solução na área afetada. Enxague com água.

12. Deixe os panos de limpeza branquinhos
Utilize também o bicarbonato para limpar as escovas e panos de limpeza que você usou nos itens acima. Deixe-as de molho em uma mistura de água e bicarbonato durante toda a noite. Enxague na manhã seguinte.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Chapéu com tampinha de garrafa PET

Reaproveite uma tampinha de garrada PET para fazer um chapeuzinho que pode ser usado numa presilha.
Basicamente para a montagem do chapeuzinho você vai precisar de pedaços de tecido, papel cartão, tesoura, agulha e linha. Para decorar use lacinhos e flores decorativas.

Chapéu de tampa de PET