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sábado, 6 de junho de 2015

Como fazer um ar condicionado portátil e potente com um balde

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Pode se dizer que a maioria dos brasileiros passam, literalmente, por um verdadeiro sufoco no verão. Os termômetros das cidades brasileiras marcam temperaturas altíssimas e a sensação térmica é desesperadora. Os ventiladores soltam ar quente enquanto os ar condicionados são caros e causam um rombo na conta de luz. Com isso, o conforto térmico em casa é praticamente nulo. Porém com alguns materiais simples e criatividade é possível resolver esse problema de maneira eficaz e econômica.
Depois do sucesso dos artigos publicados aqui no AS “Como fazer um ar condicionado caseiro com garrafa PET” e “Como fazer um ar condicionado vol. 2“, fomos em busca de novas soluções para diminuir o calor. Um tutorial divulgado pelo site eHow (criado por Debbie Willians) mostra um criativo modelo de ar condicionado portátil, feito com materiais ainda mais fáceis de encontrar.

O que você vai precisar:

1 balde de 5 litros ou similar
1 balde de isopor menor que possa ser colocado dentro do de 5 litros e fique rente a sua borda
3 pedaços de tubo PVC reaproveitado com mais ou menos 80mm de diâmetro
Serra comum e uma Serra copo seguindo o diâmetro do tubo PVC
1 ventilador pequeno
1 galão de água congelada
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Como fazer:

O primeiro passo é marcar o balde com a circunferência do ventilador. Depois, com a ajuda da serra faça um corte circular na tampa do balde. O corte deve ter o diâmetro suficiente para encaixar o ventilador virado para baixo. Feito isso, use a serra copo para cortar os 3 círculos onde serão encaixados os tubos PVC e depois corte os 3 pedaços de PVC com um tamanho de mais ou menos 10 centímetros. Caso o balde de isopor possua tampa, corte-a da mesma forma que a superfície do balde maior para que a face do ventilador fique encaixada e seu ar condicionado portátil mantenha a temperatura do gelo por mais tempo.
Agora é só colocar o balde de isopor no interior do balde de 5 litros, encaixar o ventilador e colocar o galão de água no interior dos baldes. Seu ar condicionado portátil está pronto para usar.
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quinta-feira, 4 de junho de 2015

10 dicas para economizar energia em sua residência


No dia 29 de maio é comemorado o Dia Mundial da Energia. Para celebrar a data, o CicloVivo, juntamente com a AES Eletropaulo, dedicou uma semana inteira para abordar o assunto, com dicas de economia e informações importantes para que você possa utilizar a energia de forma eficiente e segura. É bom pra você e para uma sociedade mais sustentável.

Confira algumas dicas para começar a fazer a sua parte e economizar energia em sua residência, poupando o bolso e o meio ambiente.

Deixe a luz entrar: Aproveite a luz natural, abrindo portas, janelas e cortinas durante o dia. Quando for construir ou reformar, opte por modelos que permitam maior iluminação da casa.

Foto: iStock by Getty Images

Na hora de escolher a cor da casa: Dê preferência às cores claras para paredes e tetos, elas refletem melhor a luminosidade deixando os ambientes mais amplos e iluminados.

Foto: iStock by Getty Images

Prefira lâmpadas mais eficientes: Troque lâmpadas incandescentes por fluorescentes ou LEDs, que gastam de 60% a 80% menos energia do que uma incandescente.

Foto: iStock by Getty Images

Na hora de comprar ou trocar eletrodomésticos: Escolha eletrodomésticos de baixo consumo energético. Procure por aparelhos com selo do Procel, no caso de nacionais, ou Energy Star, no caso de importados.

Foto: iStock by Getty Images

Desligue aparelhos sem uso: Não deixe seus aparelhos em stand-by. Simplesmente desligue ou tire da tomada quando não estiver usando um eletrodoméstico. A função stand-by utiliza de 0,1 a 18W de potência, dependendo do equipamento e da idade.

Foto: iStock by Getty Images

Na hora de passar roupa: Passe, de uma só vez, a maior quantidade possível de roupas e utilize a temperatura indicada no ferro para cada tipo de tecido, deixando as roupas mais leves para o final.

Foto: iStock by Getty Images

Desligue o computador: Muita gente tem o péssimo hábito de deixar o computador de casa ou da empresa ligado ininterruptamente, às vezes fazendo downloads, ou simplesmente por comodidade. A recomendação é desligar o computador sempre que for ficar mais de duas horas sem utilização, e o monitor, a partir de 15 minutos.

Foto: iStock by Getty Images

Deixe o elevador de lado: Utilize mais a escada, principalmente para subir até dois andares ou descer até três.

Foto: iStock by Getty Images

Evite chamar mais de um elevador ao mesmo tempo: Tenha paciência. Espere um pouco até que o elevador chamado chegue ao seu andar.

Foto: iStock by Getty Images

Aposte na lâmpada certa: Se você deixa a iluminação externa acesa por questão de segurança, utilize lâmpadas fluorescentes ou LEDs. São mais econômicas e duram mais.

Foto: iStock by Getty Images

A AES Eletropaulo disponibiliza em seu site um simulador online, que permite aos internautas verificarem quanto cada eletrodoméstico de uma casa consome de energia, além de mostrar o impacto desse equipamento na fatura, confira aqui.

Fonte: CicloVivo

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Saiba como fazer um terrário


Terrário é um recipiente de vidro com pedras, carvão, terra e plantas. Ele permite observar o funcionamento do mundo natural: observando o terrário, podemos compreender melhor o ciclo da água e das plantas, e até entender como os animais nascem, vivem e morrem.
Quer ver como isso funciona? Faça você mesmo um terrário na sua casa:
Material:
1 vidro de boca larga, de conserva  ou garrafa pet cortada ao meio;
1 xícara de carvão  vegetal  (utilizado para evitar o apodrecimento das raízes, evita o mal cheiro e o  aparecimento de fungos etc);
1 xícara de pedrinhas para aquário;
3 a 4 xícaras de terra com adubo orgânico (pode ser comprada em supermercado ou floricultura);
2 ou 3 mudas de plantas diferentes (as pequenas são mais indicadas)
1 pedaço de elástico ou fita crepe
1 pedaço de plástico maior que o tamanho da boca do vidro
1 xícara de água filtrada
Como fazer:
1º passo:
1. Faça camadas dentro do vidro (ou da garrafa pet, cortada ao meio): primeiro as pedrinhas, depois o carvão e por último a terra.
2. Deixe cada camada bem nivelada.
3. Na última camada (terra), faça buracos e plante as mudas.
A camada de terra serve para alimentar a planta. As pedrinhas e o carvão servem para drenar a água.
2º Passo:
1. Molhe a terra, cubra o vidro com o plástico, passe o elástico em volta para ficar bem vedado.
2.Ponha o recipiente em lugar que receba luz indireta.
Fase de observação
Depois de fechar o vidro, o ciclo começa. A água penetra pela raiz e é liberada por meio das folhas, pela evaporação. Como o espaço não é suficiente para absorver todo o vapor que fica nas paredes e no teto do recipiente, quando a umidade chega ao ponto em que a terra já não consegue absorver a água (saturação), ocorre uma espécie de chuva que devolve a água ao solo.
O terrário se mantém sozinho, mas verifique toda semana se é necessário colocar um pouco de água. Deve-se ter o cuidado de não exagerar na água, para as raízes das plantas não apodrecerem. É possível colocar mais plantas ou substituí-las.
Por Turminha do MPF em portal EBC.  Via: Ciclo Vivo

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Aprenda a fazer uma horta em apenas um metro quadrado


Muitas pessoas que têm pouco espaço em casa acham que não é possível cultivar seus próprios alimentos. Mas, paisagistas ensinam que mesmo em pequenos ambientes é possível fazer hortas caseiras.

Em 2011, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), mostrou que 28% dos vegetais consumidos no Brasil possuem resíduos de agrotóxicos em níveis inaceitáveis. A alternativa então é cultivar seus próprios orgânicos, mesmo que o espaço seja pequeno.

Hoje, o CicloVivo separou o sistema do SERPAR (Serviço de Parques de Lima, no Peru) que ensina a cultivar uma horta quase completa ocupando apenas um metro quadrado.

Ideal para pequenos espaços, esta horta é cada vez mais popular entre os jardineiros urbanos. Ela é suficiente para o abastecimento diário de legumes de uma pessoa por um mês.

Por ocupar um pequeno espaço, a horta permite que o cultivador alcance toda ela para plantar, regar e colher, sem que precise de muito esforço. Além disso, é possível trabalhar na horta ao nível da cintura, o que facilita o cultivo por deficientes físicos.

Este sistema de cultivo é dividido entre quadrados e retângulos menores. Cada espaço tem um legume ou erva diferente.

Veja quais alimentos você pode cultivar e suas categorias:

Plantas pequenas: Rabanete, cenoura, cebola, espinafre, beterraba, alface e salsa.

Plantas grandes: Repolho, brócolis, couve-flor, berinjela e pimentas.

Plantas verticais: Tomate, pepino, vagem, ervilha e feijão.

Imagem: SERPAR (Serviço de Parques de Lima, Peru)

Na construção da estrutura podem ser usados tubos de ferro ou de PVC utilizados em alambrados ou também é possível adaptar e reutilizar algum outro material, como pedaços de madeira.

As plantas maiores ficam nas fileiras de trás e as menores, na frente, para que todas recebam a luz do sol. As plantas verticais, como os tomates, devem ser penduradas na estrutura. Amarre-as bem para que suportem o peso e o vento.

A rotação de cultivos é automática. Por exemplo, um cultivo que leva mais tempo, como o do tomate, pode ser plantado entre outros cultivos de colheita rápida e que seriam colhidas antes que a planta precise de mais espaço.
Fonte: CicloVivo

sábado, 2 de maio de 2015

Aprenda a preparar o solo e montar um vaso para plantar


Para quem quer a cultivar uma plantinha e não sabe por onde começar, Estela Carvalho, integrante do coletivo Hortelões Urbanos, dá algumas dicas que podem ser aplicadas em sua casa. As instruções podem ser acompanhadas em dois vídeos, confira abaixo.  
Para preparar o solo são necessários apenas: areia, terra e composto orgânico. Cada um tem desses itens tem um papel fundamental no sucesso da sua planta. A areia, por exemplo, vai ajudar na drenagem da água da planta, sendo também importante para o desenvolvimento das raízes.
Basta misturar um pouco de areia, terra e composto. Tente colocar a mesma medida dos três. Enquanto a terra é responsável pela umidade necessária para a planta se desenvolver, o composto orgânico, por sua vez, possui todos os nutrientes para um crescimento forte e saudável. Confira no vídeo abaixo:

Para preparar o vaso serão utilizados: um recipiente com canaletas e furos na base, argila expandida ou pedra brita, manta bidim, muda e cobertura morta.
A manta bidim tem o papel de garantir que os nutrientes não sejam perdidos junto com a água – ela pode ser substituída por um pano velho que esteja em desuso. Já a cobertura morta pode ser: serragem de madeira, folhas secas ou aparas de grama seca.
O primeiro material a ser colocado no vaso é a argila (ou a brita), em seguida coloque a manta – tendo o cuidado de ajustar a borda ao tamanho do vaso. Agora, o vaso está preparado para receber uma camada do solo, já preparado anteriormente. Coloque então a muda (sem o plástico envolta da planta) e complete o vaso com o restante do solo. Deixe um espaço entre o solo e a borda. Regue a planta e por último coloque a cobertura seca, que vai proteger o solo. Veja abaixo: 
  
Fonte: CicloVivo

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Repelentes caseiros: contra picadas, a favor da natureza

A natureza oferece uma série de alternativas para que você proteja a sua saúde e pratique o consumo sustentável. Basta conhecê-las


Eles têm em média 10 milímetros. Mas esse pequeno tamanho não faz jus à proporção do incômodo que eles podem provocar. Sim, estamos falando dos pernilongos, velhos conhecidos das nossas noites veranis. Quem nunca acordou de madrugada amaldiçoando esses pequenos mosquitos por causa de uma incômoda picada que atire o primeiro repelente. Ou o primeiro inseticida.

É preciso entender que as condições climáticas características do verão brasileiro de fato favorecem a reprodução dos pernilongos. O calor acelera o processo reprodutivo deles, fazendo com que as fêmeas coloquem mais ovos e com que os ovos eclodam mais rapidamente. Além disso, as temperaturas que normalmente são constatadas pelos termômetros ao longo dessa estação são as ideais para o funcionamento do organismo dos pernilongos: de 26ºC a 28ºC. Quando se verifica temperaturas abaixo dos 18ºC, eles hibernam; acima de 42ºC, eles morrem.

No entanto, é preciso reconhecer que não basta colocar toda a culpa nas condições climáticas e nos hábitos dos mosquitos. A própria população e as autoridades têm uma relevante parcela de culpa nesses episódios de infestação dos mosquitos. Por exemplo: rios poluídos facilitam a proliferação dos pernilongos. Isso porque nesses rios há uma elevadíssima concentração de matéria orgânica necessária para seu desenvolvimento. Não atentar para focos de água parada e de vegetação altatambém são atitudes que contribuem para o crescimento exponencial da população de pernilongos.
O problema da proteção incorreta

A falta de conscientização acerca dos episódios de infestação de pernilongo que acompanham as ondas de calor acaba provocando dois problemas: a adoção de “soluções” que na teoria são muito eficazes, mas que na prática acabam provocando danos à saúde e ao meio ambiente; e a não adoção de atitudes que poderiam prevenir episódios como esses.

A combinação desses problemas resulta, por exemplo, no uso constante e na produção negligente de inseticidas domésticos tóxicos, que podem causar alergias, atrasar o desenvolvimento neurológico infantil, intoxicar os animais domésticos, entre outros problemas. Além disso, o uso em larga escala desse tipo de produto pode induzir mutações que fazem com que o mosquito se torne cada vez mais resistente, dificultando o seu controle.

Uma alternativa para não agredir o meio ambiente e contribuir para o controle dessa infestação que cresce ao longo do verão é cultivar plantas que funcionam como repelentes naturais. Entre elas podemos citar a lavanda, a hortelã, o manjericão e a citronela.

Outra alternativa diz respeito às loções repelentes que, durante esses períodos, têm sempre um lugar reservado nas listas de compras, junto com os inseticidas. A grande maioria das pessoas pode achar que o uso de loções repelentes é algo que irá proteger a sua família. Mas é preciso tomar cuidado, principalmente no que concerne às crianças.

O problema das loções repelentes pode ser resumido em quatro letras: DEET, ou dietiltoluamida. Esse é o principal componente da maioria dos repelentes disponíveis no mercado. O DEET atua nos sensores presentes nas antenas dos pernilongos e mosquitos em geral, e faz com que eles não reconheçam o gás carbônico que é liberado pelos seres humanos na respiração. Por essa razão, eles se mantêm afastados. No entanto, o DEET pode desencadear processos alérgicos respiratórios na pele, nas mucosas e até danos hepáticos em humanos. Até o momento, não há um consenso entre os especialistas sobre reais efeitos que essa substância pode provocar à saúde humana. Além disso, um estudo realizado por cientistas da Grã-Bretanha comprovou que o mosquito da dengue já desenvolveu uma resistência biológica ao DEET, devido ao uso em larga escala dos repelentes que o contêm em suas composições.

Mas, certamente, é melhor prevenir do que remediar. A própria Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), consciente da falta de consenso entre os especialistas, aprovou novos requisitos para a comercialização desses produtos. Em primeiro lugar, será preciso deixar claro nos rótulos quais os danos que o DEET pode provocar no consumidor. Em segundo lugar, será necessário evidenciar quais são as instruções de uso, salientando que o produto só deve ser aplicado três vezes ao dia, principalmente no caso de crianças de 2 a 12 anos. Por fim, as empresas estão proibidas de usar imagens de apelo infantil. Essa medida tem como objetivo prevenir acidentes, uma vez que tais imagens despertam o interesse das crianças, que podem tentar aplicar o produto por conta própria e até mesmo ingeri-lo.
Icaridina

Quando o exército francês esteve em missão na Guiana Francesa, na década de 90, a malária causava mais baixas em soldados que qualquer inimigo. O exército francês então encomendou para a Bayer a pesquisa e desenvolvimento de um repelente com maior poder bélico: daí surgiu a Icaridina. Eficaz também contra o mosquito da dengue, o repelente cria um escudo de quatro centímetros de espessura na área aplicada, e é emanada da pele por 10 horas seguidas (o DEET age por 20 minutos com alta eficácia). No Brasil, já existem repelentes com a substância à venda. Outra questão é que os compostos por DEET necessitam de 30% a 50% de concentração para garantir seu funcionamento. Já a Icaridina deve vir em concentração máxima de 20% a 25%, números recomendados pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Infelizmente, a maioria das versões comercializadas atualmente possui perfume, o que causa o efeito contrário de atrair os insetos, e não repeli-los. De qualquer forma, o recomendado é passar em abundância em todas as partes expostas a cada quatro horas ou quando entrar em contato com água. Evitando sempre, claro, atingir mucosas, olhos, boca e narinas. De qualquer maneira, os repelentes sem química nociva compostos de citronela possuem um efeito curto. Usar alho e vitamina B para repelir insetos é um grande mito, não sendo comprovado cientificamente.

Em todo caso e na ausência de um consenso, talvez uma alternativa para evitar o DEET e outros inseticidas seja tirar o bom e velho faça-você-mesmo do armário e adotar medidas práticas para se proteger do pernilongos. O Portal eCycle selecionou algumas dicas que podem te ajudar.
Mas porque praticar o faça-você-mesmo?

Produzir você mesmo aquilo que será consumido é uma atitude sustentável que, além de ser econômica e preservar a sua saúde contra substâncias duvidosas, preserva também o meio ambiente.

As loções repelentes e inseticidas podem vir embaladas em frascos plásticos ou em aerossóis. Quando elas acabam, as embalagens ficam. E ficam no meio ambiente.

Como se sabe, os plásticos geram um grande volume de lixo e sua degradação pode demorar mais de 100 anos. Já os aerossóis podem facilitar a aplicação dos repelentes, mas provocam um grave impacto ambiental. Isso se deve não só pelas pequenas quantidades de gás carbônico que eles emitem (devido à transformação do conteúdo gasoso em líquido), mas também pela dificuldade de reciclá-lo, pois esses materiais não podem ser tratados nem como lixo comum, nem como metal comum.
Repelente à base de cravo-da-índia

O cravo-da-índia contêm uma substância chamada eugenol, uma substância que possui propriedades inseticidas contra mosquitos e formigas. Confira essa receitafácil de fazer:

Ingredientes

• 500 ml de álcool de cereais;
• 10 g de cravo-da-índia;
• 100 ml de óleo de amêndoas dermatológico.

Modo de preparo

Junte o álcool e o cravo-da-índia em um pote opaco, escuro, com tampa. Deixe-o fechado e sem contato com a luz por quatro dias. Depois desse período, mexa bem a mistura duas vezes por dia, uma vez de manhã e outra à noite. Por fim, coe e acrescente o óleo corporal, agitando ligeiramente. Coloque o repelente num recipiente spray, que pode ser comprado em farmácias homeopáticas e lojas de artesanato, e aplique na pele. Esse repelente atua por até quatro horas. Ao aplicar, evite o contato com os olhos e com machucados na pele e aplique somente três vezes ao dia. E lembre-se: de acordo com a Anvisa, não é recomendado que crianças com menos de dois anos façam uso de repelentes.
Repelente à base de citronela

A citronela é uma potente aliada na proteção contra os pernilongos e outros insetos. O óleo essencial que é extraído dela e que é a base dessa receita possui 80 componentes repelentes, entre eles o citronelal, geraniol e o limoneno. Se você tiver um difusor de água, deixe-o em ambientes de até 16 m² e pingue três gotas de óleo essencial de citronela na água a cada cinco horas. Isso também ajudará a manter os pernilongos afastados. Uma outra opção é fazer velas caseiras de citronela e deixá-las acesas nos cômodos: além de ser uma alternativa ecologicamente correta, a sua casa estará protegida e com um aroma agradável, semelhante ao aroma do eucalipto.

Ingredientes

• 150 ml de óleo essencial de citronela;
• 300 ml de óleo de amêndoas dermatológico.

Modo de preparo

Reúna todos os ingredientes e misture bem. Por fim, lembre-se de armazenar a mistura em um recipiente escuro e evitar o contato dela com o sol. Você também pode usar outras quantidades, desde que sempre seja mantida a proporção de duas partes de óleo de amêndoas para uma parte de óleo de citronela. As recomendações de aplicação desse repelente são as mesmas do anterior.
Fonte: Ecycle